Autor: em 19/11/2017
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Nível de Confiança da Informação: Altíssima (fonte direta).


O Deputado Estadual pelo Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem, informou hoje que recebeu um press-release da Assessoria da Procuradoria Criminal do Ministério Público de Rio Grande do Sul do Dr. Alexandre Lipp. Para ver o post do deputado, cliquem no link “Ir para a fonte original“.

O Procurador foi bem claro em seu release, declarando que a erotização das crianças era o objetivo principal da exposição patrocinada com dinheiro público e do Santander. Isso vai perfeitamente de acordo com o que mostramos no recente THE POLITZ REPORT que tratou completamente do caso, além de refutar todas as afirmações e narrativas impostas pela mainstream esquerdista. Caso perderam essa reportagem exclusiva, cliquem aqui para ler. É imperdível!

Os Procuradores Alexandre Lipp e Sílvio Munhoz visitaram pessoalmente a exposição no Santander Cultural para tirarem as próprias conclusões. Eles constataram que a exposição tinha o nítido propósito de erotizar o público alvo infantil, além de induzir e tolerar condutas como orgias, zoofilia e vilipêndio a símbolos religiosos, além de defender que a erotização da criança é um facilitador da pedofilia.

Vocês podem conferir o press-release na íntegra aqui mesmo:

“EROTIZAÇÃO DE CRIANÇAS ERA OBJETIVO DA MOSTRA”, dizem Procuradores Criminais

Diante da repercussão da mostra Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, os Procuradores de Justiça Criminal Alexandre Lipp e Sílvio Munhoz visitaram ontem a exposição no Santander Cultural, que se mantém fechada ao público desde o último domingo (10), com o objetivo de tirarem suas próprias conclusões sobre o que foi exibido ao público infanto-juvenil.

Durante a visita, os procuradores de justiça constataram que, à exceção de algumas obras, a exposição tinha o nítido propósito de erotizar o público alvo e induzi-lo a tolerar condutas como orgias, zoofilia e vilipêndio a símbolos religiosos (crime definido no art. 208 do Código Penal). “A erotização da criança é um facilitador da pedofilia. Além disso, apresentar ao público escolar condutas como zoofilia em um contexto de respeito à diversidade, comunica a mensagem de que essas condutas devem ser aceitas” afirma Alexandre.

Sílvio chama a atenção para o fato de que eram as próprias escolas que definiam a faixa etária dos alunos visitantes, e que os pais provavelmente não tiveram ciência do conteúdo erótico a que seus filhos foram submetidos: “Independentemente de ser arte ou não, de gostar ou não, o que não se pode conceber é um conteúdo que serve visivelmente para erotizar crianças e adolescentes, e que as escolas estejam fazendo isso sem conhecimento e consentimento dos pais”.

Os organizadores que acompanharam a visita entregaram aos membros do Ministério Público o material didático distribuído aos professores para uso posterior em sala de aula. Disso, Alexandre conclui: “Para quem ainda tem dúvida, aqui está a prova de que a ausência de restrição etária não foi um descuido. O evento tinha como finalidade a doutrinação amoral do público infanto-juvenil, e os pais que agora tomaram conhecimento disso podem procurar o Ministério Público para a adoção de providências, sobretudo se descobrirem que os filhos participaram de alguma dinâmica sensorial sugerida no evento, o que pode caracterizar crime contra a dignidade sexual”.

O Ministério Público já recebeu mais de 20 representações para apuração de delitos como vilipêndio a objeto de culto religioso e apologia de crimes.