Autor: em 09/04/2017
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CONSEGUIMOS O NOVO ÁUDIO GRAVADO POR JOESLEY DA JBS! JANOT AFIRMA QUE PODE CANCELAR DELAÇÃO!

Nível de Confiança da Informação: Altíssima.


ATUALIZAÇÃO 05/09/17

ATENÇÃO!

O POLITZ CONSEGUIU UM DOS ÁUDIOS DA JBS!

Para fazer o download do áudio disponibilizado pelo POLITZ, cliquem aqui.

O download é livre de vírus e está hospedado no site MEGA! O formato do arquivo é em <.mp3> e toca em qualquer computador ou celular moderno.

Damos a exclusividade devida para a REVISTA VEJA! Cliquem no link aqui para ir para a página da matéria original.

Outros áudios publicados pela REVISTA VEJA:


O trecho inicial da reportagem do jornal O Globo:

BRASÍLIA — O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, abriu investigação interna para rever a delação premiada de três dos sete executivos do Grupo J&F. Os executivos teriam sido ajudados pelo ex-procurador Marcello Miller na elaboração da proposta de delação fechada com a Procuradoria-Geral da República. Miller atuava na PGR e, depois, passou a atuar como advogado da JBS. Segundo Janot, a gravação envolve ainda um ministro do Supremo e um parlamentar.

ATUALIZAÇÃO: A Revista VEJA informa que quatro ministros do STF estão implicados nas novas gravações descobertas pela Polícia Federal.

Confira o resumo do POLITZ:

  • Janot afirma que a Procuradoria-Geral da República estuda cancelar a delação premiada dos donos da JBS (irmãos Batista);
  • Foi explicado que após os últimos áudios descobertos pela Polícia Federal, ficou demonstrando que os delatores omitiram diversas informações;
  • A transparência e a boa-fé do instituto da delação premiada devem ser respeitadas e é exatamente isso que a PGR está fazendo;
  • As provas levantadas pela delação serão mantidas (são válidas). Os delatores perderão todos os benefícios da delação, caso seja cancelado.
  • Janot afirma que as investigações em curso e as denúncias não serão afetadas de forma alguma;
  • Janot: “Eles nãop sabiam trabalhar com os gravadores. Eles se gravaram por quatro horas e envolve intimidades de outros políticos”;
  • A Coletiva revelou que há indícios contra membros do Ministério Público Federal e até do Supremo Tribunal Federal.