Autor: em 19/11/2017
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Nível de Confiança da Informação: Altíssimo (estudo científico).


Olá, aqui é o Pedro Politz.

Uma notícia um tanto quanto importante passou despercebida pela mídia mainstream mas o nosso algorítmico exclusivo conseguiu captá-la.

Obviamente a informação não terá a mesma atenção e divulgação que os assuntos progressistas e inúteis de celebridades e divas pop ou gordas de cabelo rosa, que ganham destaque na primeira página de qualquer jornal tradicional, mas aqui no POLITZ, vocês sabem como as coisas funcionam.

As cotas foram criadas para tentar aumentar a diversidade étnica e social dentro das universidades e cargos públicos como uma forma de uma “justiça social” ou qualquer outra explicação mirabolante da esquerda para cagar em cima da garantia constitucional de isonomia e tornar o racismo uma política pública institucionalizada. Como sabemos, até tribunais raciais foram criados, no maior estilo nazista possível em pleno solo brasileiro. Obviamente, o STF bolivariano referendou o sistema de cotas em 2012.

A reportagem original do O Globo (fonte da matéria), infelizmente e como de costume, traz a afirmação que o governo Trump está permitindo que movimentos supremacistas racistas, o que sabemos que é uma bela #fakenews. Não há qualquer menção aos grupos racistas e fascistas como a #Antifa, #BlackLivesMatter e #BlackBlocks, que dentre outros “motivos”, pregam a morte de policiais e de pessoas brancas.

Vindo das organizações Globo, isso é esperado, já que fazem oposição ao Trump incansavelmente. Desconsiderando esse fato, a informação trazida pela reportagem é importantíssima. Deve ter doído nos olhos do jornaleiro que escreveu essa porcaria.

O Jornal “The New York Times”, conhecido antro da mainstream esquerdista americana, acabou de publicar uma ampla pesquisa científica, de autoria própria, feita por um longo período de 35 anos, de 1980 (auge das políticas de afirmação racistas) até 2015, com grupos de estudantes brancos, asiáticos, hispânicos e negros, considerando a representatividade na população universitária.

A conclusão é impressionante: a pesquisa levantou que o peso de hispânicos e negros (minorias) nas universidades despencou, enquanto a de brancos e de asiáticos aumentou! Puxa… O efeito então foi exatamente ao contrário do que esperavam. Por essa ninguém esperava, ou esperava? Qualquer um que estuda um pouquinho mais sabe que as cotas não funcionam.

Mais conclusões:

  • O peso dos negros matriculados no primeiro ano das escolas, em 35 anos, caiu seis pontos percentuais em relação ao total da população em idade universitária;
  • Os hispânicos caíram pelo menos SETE pontos percentuais;
  • Na Universidade de Califórnia, no estado paraíso democrata e esquerdista, aconteceu o mesmo: negros caíram quatro pontos, enquanto hispânicos, PASMEM! CAÍRAM DEZESSETE PONTOS PERCENTUAIS. É surpreendente, já que acontece em estados com uma quantidade alta de latinos.
  • Para piorar, o vice-presidente do Conselho Americano de Educação, Terry Hartle, que representa 1.700 faculdades e universidades, informou que negros e hispânicos só ganham espaço em escolas menos seletivas (de menor qualidade). Sua explicação para o desempenho inferior dessas minorias é que as escolas primárias e secundárias são de baixa qualidade, o que torna um fator decisivo no competitivo mercado da meritocracia.

A conclusão geral do estudo prova que durante 35 anos, as cotas e ações afirmativas não conseguiram a tal falácia da democratização universal do ensino através de ações racistas.

Reforça-se a ideia que sempre foi defendida pela direita e pela nossa Constituição Federal: educação básica de qualidade para todos, independente de raça, credo, religião, opção sexual. E que pular etapas da vida, só funciona mesmo na cabeça da esquerda desonesta que vive tentando achar um atalho fácil para tudo.

Até o He-Man já ensinava isso, quem sabe o vídeo ajude a esquerda a entender:

 

  • Renato S. Leite

    A política de cotas raciais é um tamanho amontoado de erros que é difícil destacar qual deles é o maior. Arrisco-me a apontar apenas dois dentre eles: 1. O problema não é racial, mas socioeconômico; um branco pobre enfrenta os mesmos obstáculos do que um negro pobre e só alguém muito desonesto não enxerga este fato da vida. 2. O desnível de conhecimento tem origem já no ensino fundamental; a tentativa de “corrigir” essa distorção por meio de cotas é uma distorção em cima de outra, descaradamente demagógica, mas de fácil implantação, já que basta uma canetada. Difícil é implantar um ensino de qualidade para todos, desde o fundamental; isso, sim, seria uma revolução. Ah, mas isso pode esquecer….dá um trabaaaaalho! E ainda mais: quem se dispuser a tal façanha terá de enfrentar os sindicatos de professores e todo o horror que existe por ali ao trabalho duro e ao mérito.

  • Zélia Ferreira

    Quem quer estudar de verdade não precisa de cotas. Mas tem os espertalhões que usam as brechas da lei pra darem um jeitinho brasileiro. Estudam de dia em escola paga e fazem o ensino médio a noite na pública, assim tem acesso á cotas e tiram o lugar de muitos na base da malandragem e da mentira. Cotas discriminam muito mais!!!!