Autor: em 19/11/2017
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Nível de Confiança da Informação: Altíssima (reportagem e artigo opinativo).


Pedro Politz para o POLITZ.

Vocês devem ter acompanhado a notícia do ex-KGB Ancelmo Gois postada recentemente: uma filha de um militar, perdeu a sua pensão após ter se transformado em um “menino”.

Basicamente a reportagem informa que a filha de um militar, dentro do seu direito de receber pensão, acabou perdendo a mesada após ter se “transformando” em um “menino”. A Marinha cancelou, após ele (ou ela?) ter “trocado” de sexo.

Obviamente a transexual entrou na Justiça para continuar recebendo o dinheiro, porém, o juiz federal Frederico Montedonio Rego seguiu a lógica básica e manteve o cancelamento do benefício.

O mais importante de tudo isso é o seguinte: a própria esquerda, dentro da sua incoerência de raciocínio aplicou um belo de um xeque-mate na desgraça da ideologia de gênero.

Vamos fazer uma análise lógica da situação:

  • A pensão é dada apenas para filhas (e não filhos) de militares;
  • Ora, se a menina, mesmo “trocando” de sexo, queria continuar recebendo a pensão, temos duas deduções:
  • Ou ela, mesmo “trocando” de sexo, não entende no fundo que é menino e sim uma mulher (como manda a incontestável biologia básica) e por direito, deveria continuar recebendo a pensão;
  • Ou ela é uma mau-caráter sem-vergonha que entende muito bem sua situação de gênero e pode futuramente se filiar ao diretório do PSOL mais próximo;

A conclusão mais lógica e aplicada pela Justiça e pela Marinha é que se ela realmente se “transformou” em um “menino”, ela não deveria ter o direito da pensão. Simples. Segue exatamente o que manda a cartilha da ideologia de gênero: você, homo sapiens, pode se tornar o que quiser, inclusive um rinoceronte ou uma girafa se assim sentir. E nós devemos respeitar a sua escolha. Sua escolha foi respeitada, querida querido.

De qualquer forma, o xeque-mate está dado:

  • Se ela continuar lutando pela pensão, ela entende que é uma mulher e coloca a ideologia de gênero dentro da privada;
  • Se ela desistir da mesada, ela entende que realmente se transformou em um menino e a esquerda ganha um ponto na ideologia de gênero;
  • Ou ela pode virar uma política do PSOL para “lutar pelos direitos dos transexuais continuarem recebendo a mesada militar, que é apenas para filhas e isso é discriminatório!”.

E então? O que será que ela vai preferir? O direito do nome social para um “homem” que biologicamente é uma mulher ou provar que a ideologia de gênero funciona? Pela nossa experiência, é provável que ela vire alguma candidata do PSOL.

Vamos aguardar os desdobramentos deste capítulo.