Autor: em 13/12/2017
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Remember, remember, o 18 de dezembro.

As redes sociais cada vez mais fazem o papel do “Grande Irmão” de Orwell, o bom e necessário ditador da sua épica obra 1984.

O POLITZ vem alertando os nossos leitores por muito tempo a respeito das invasões de privacidade que as redes sociais como o Twitter e o Facebook vem fazendo e agora, a rede que já não anda muito bem das pernas implementou uma medida nazista para combater o “discurso de ódio”.

Lembrem-se que discurso de ódio pode ser encaixado como tudo aquilo que vai ao contrário do pensamento de esquerda dominante e nós sabemos o posicionamento ideológico exato dessas redes sociais, não é mesmo? Discurso de ódio sempre foi a justificativa perfeita para aplicar a coerção do estado, te rotulando como um “propagador de ódio e defensor do ódio” e todas aqueles adjetivos que a esquerda te carimba.

Lembrem-se também do duplipensamento, pessoal. Para a esquerda nada disso se aplica, tudo é permitido em nome da revolução, inclusive a prática e incentivo aos crimes.

Mas voltando a notícia, de acordo com uma atualização nos Termos de Uso/Regras de Uso do Twitter, a rede social monitorará sua atividade dentro e fora da rede social. O que basicamente significa que o Twitter rastreará seus cookies (pedaços de informações deixadas por sites, são confidenciais e protegidos por leis nacionais e internacionais de privacidade e direitos individuais positivados em nossa Constituição Federal) para analisar (seja lá com qual conceito, medida ou base) os sites que você visita, frequenta ou costuma acessar para estabelecer se você “usa ou promove a violência para divulgarem suas causas”.

Sinceramente, não sabemos como que isso poderá ser analisado.

Percebam que as novas regras da rede usam o “usa ou promove a violência para divulgar suas causas” mas está uma coisa extremamente subjetiva, como toda pseudoregra criada pela esquerda que na verdade, não existe no ordenamento jurídico ou alguma definição legal para tal, como vários exemplos: “justiça social” – “finalidade social”, entre diversos outros casos em que juristas fazem um grande malabarismo para tentar explicar o que é esse “social” que colocam tanto no nome.

O mesmo aplica-se aos Termos de Uso do Twitter. Sempre são usados termos subjetivos, sem muita definição, dando margem para qualquer interpretação que os administradores acharem politicamente oportuno. E isso é perigoso: sabemos exatamente como as redes mainstream vem censurando, calando e diminuindo cada vez mais o espaço da direita na internet.

Seria ótimo se o Twitter aplica-se as suas próprias regras em movimentos políticos notoriamente violentos, como o próprio #BlackLivesMatter, que prega a morte de policiais e de pessoas brancas e até tem hashtag personalizada na rede de Jack ou o #Antifa, que usa de extrema violência fascista para combater supostos fascistas que vão contra as ideias deles (???).

Não vimos nem recebemos (desde 2012, quando o POLITZ começou suas atividades) nenhum report de que o Twitter vem cerceando a liberdade desses movimentos, como deveria ser, muito pelo contrário, apenas incentivam, criam hashtags personalizadas e até verificam perfis de representantes desses movimentos.

A alt-right no Twitter vem sendo cercada diariamente. São milhares de reports todos os anos de perfis de direita que são suspensos, banidos e sumariamente expulsos da rede social.

E vocês acham que essas novas regras vão se aplicar a quem exatamente? Não será a esquerda paz e amor, não.

A rede social cumprindo as determinações da União Europeia (para mudanças de Termos de Uso), informou que vai colocar um prazo final até o dia 18 de dezembro de 2017, onde a partir desta data, aplicará as novas regras.

A narrativa mainstream que vocês lerão por aí é de que tudo isso é “uma resposta do Twitter acerca das críticas que vem recebendo de permitir que supremacistas brancos e outros grupos de discurso de ódio vem usando a rede para divulgar suas ideias” – ou qualquer variante dessa mesma narrativa. Fiquem espertos com ela.

Eu não sei quando que exatamente o Twitter mudou leis internacionais permitindo que a rede acesse o meu computador para saber o que eu visito, onde eu entro na internet, quais sites são os meus preferidos e os que eu não acesso mas isso é uma clara invasão ao direito de privacidade.

Minha recomendação é que o Ministério Público Federal seja acionado com urgência para pedir esclarecimentos imediatos da rede social Twitter de como essa “análise fora e dentro das redes sociais” funcionará.

Os novos Termos de Uso da rede claramente infringem o Código de Defesa do Consumidor e toda a legislação brasileira que trata dos direitos individuais e fundamentais do cidadão brasileiro, especialmente no que tange acerca ao direito de privacidade e intimidade.

Caberá ao MPF uma verdadeira ação coletiva contra a rede social, no momento em que ficar estabelecido, como arguido aqui, que o Twitter está violando a nossa privacidade.

Lembro também que Facebook também faz isso, rastreia todos os nossos cookies, diariamente, 24 horas por dia, para saber onde você vai, o que você faz na internet e todos os sites que você acessa.

E vocês continuam usando o Facebook, né?

Nós avisamos que 1984 iria chegar. E ele chegou.

Mas você estava prestando atenção?