Antecipando os sórdidos movimentos das mídias tradicionais, decidimos trazer os resultados de uma pesquisa do POLITZ.

Sabemos que a mídia usará todas as táticas obscuras para tentar desqualificar o Presidente americano Donald Trump, tal como aconteceu ontem:

DEMOCRATAS OFERECEM MAIS DE UM BILHÃO DE DÓLARES PARA CONSTRUÇÃO DO MURO

O que poderemos aguardar, caso Donald Trump decida realmente declarar o Estado de Emergência Nacional, será o show das minorias barulhentas, batalhas legais e até certos apresentadores cabeludos em canal fechado da televisão reclamando.

Para evitar dores de cabeça, desinformação e manipulação das massas, o POLITZ trouxe uma lista (com fontes) de todas as emergências nacionais declaradas que estão em efeito até hoje, em quais anos, por quem e por qual motivo.

Basicamente, a Declaração de Emergência Nacional é um ato declarado pelo próprio Presidente para ativar certos “poderes especiais” em momentos de crise no país. Lembra um pouco a medida provisória no Brasil. Tal declaração passa por várias checagens formais e utiliza de sistemas de freios e contrapesos para evitar abusos de poder. A Declaração de Emergência Nacional pode ser revogada pelo Congresso americano por maioria.

Queremos lembrar que Donald Trump foi eleito exatamente com essas promessas que vem cumprindo e seu apoio popular é um dos maiores da história, segundo pesquisa.

Imagem ilustrativa da CNN, mostrando todas as emergências nacionais declaradas, desde a criação do Ato. Foram pelo menos 58 Declarações de Emergências Nacionais pelos mais diversos motivos. Pelo menos 30 delas continuam em efeito até hoje.
Em preto, emergências que já perderam o seus efeitos. Em vermelho, emergências que estão funcionando até hoje.

Até hoje os Estados Unidos registrou 58 Declarações de Emergências Nacionais, segundo a imprensa oficial americana. O Ato foi assinado em 1976 e aprovado pelo Presidente Gerald Ford.


Vamos à lista completa, de todas as emergências nacionais que ainda estão em vigor:

Presidente Jimny Carter

1979: Declaração de Emergência para o caso da Crise dos Reféns no Irã;

Presidente Bill Clinton

1994: Caso da Proliferação de Armas de Destruição em Massa, que combinou outras duas declarações.

1995: Proibição de transações financeiras e legais com terroristas que atrapalhavam a paz no Oriente Médio, em resposta aos bombardeios de Jerusalém.

1995: Proibição de certas transações para desenvolvimento do petróleo iraniano, evitando cartéis entre empresas petrolíferas.

1995: Bloqueio de bens e proibição de transações com notórios traficantes de drogas na Colômbia. Fora reportado que os cartéis do país estavam lavando dinheiro por companhias americanas.

1996: Caso Cuba, quando aviões civis foram derrubados.

1997: Bloqueio de propriedades do governo do Sudão, implementando sanções econômicas e proibindo transações.

Presidente George W. Bush

2001: Bloqueio de bens e propriedades de pessoas que ameaçam a estabilidade dos Bálcãs e impondo sanções para quem estava ajudando albaneses rebeldes na Macedônia.

2001: Controle e regulações para exportação.

2001: Declaração de emergência em resposta aos ataques de 11 de setembro.

2001: Outra declaração de emergência em relação aos ataques de 11 de setembro, tratando de quem comete, ameaça a cometer ou que apoia o terrorismo.

2003: Punição para punir associados de Robert Mugabe.

2003: Proteção de fundos de desenvolvimento para o Iraque, após a invasão do país.

2004: Em resposta ao apoio da Síria à terroristas, proibindo e bloqueando propriedades de algumas pessoas, incluindo a exportação de certos bens.

2006: Resposta a pessoas que sabotavam a democracia da Bielorrússia e das acusações de fraude nas eleições presidenciais.

2006: Bloqueio de propriedades e bens de certas pessoas que contribuem para conflitos na República Democrática do Congo, em resposta aos casos de violência nas eleições presidenciais.

2007: Bloqueio de propriedades e bens de certas pessoas que estavam sabotando a soberania do Líbano.

2008: Foi dada em resposta a proliferação de material bélico na Coreia do Norte. Trump renovou essa declaração.

Presidente Barack Obama

2010: Bloqueio de propriedades e bens de certas pessoas que contribuem com os conflitos na Somália e as ameaças de piratas na região.

2011: Bloqueio de bens de Muammar Gaddafi.

2011: Em resposta as organizações criminosas mafiosas: Los Zetas (México), The Brother’s Circle (ex-União Soviética), Yakuza (Japão) e Gomorra (Itália).

2012: Em resposta as pessoas que estavam ameaçando a paz, segurança e estabilidade do Iêmen.

2014: Bloqueio de bens e propriedades de pessoas que contribuíram para a instabilidade na Ucrânia, bem como a invasão da Rússia na Crimeia.

2014: Em resposta a guerra civil que ocorre no sul do Sudão.

2014: Em resposta aos conflitos contra agentes humanitários nos conflitos da República Centro-Africana.

2015: Bloqueio de bens e propriedades em resposta a situação da Venezuela quanto a violação de direitos humanos.

2015: Em resposta dos ataques virtuais promovidos por chineses.

2015: Em resposta a situação de Burundi após uma falha tentativa de golpe.

Presidente Donald Trump

2017: Bloqueio de bens e propriedades de pessoas envolvidas em abusos dos direitos humanos e corrupção, impondo sanções a Mianmar por conta de sua perseguição contra certos grupos religiosos.

2018: Em resposta as supostas tentativas de interferência estrangeira nas eleições americanas por parte da Rússia. (Nota do Editor: Senado americano concluiu recentemente que não existe nenhuma prova da ocorrência do fato).

2018: Bloqueio de bens e propriedades de certas pessoas em resposta a situação da Nicarágua, pelos abusos de poder e violência do regime de Ortega.


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Fonte(s) Secundária(s) da(s) Informação(ões):

ABC News

CNN

Pacific Standard


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