Parte V: Marxismo Identitário x Propaganda Comunista, será?

¨Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência ¨ (Karl Marx)

Parte 5 – MARXISMO IDENTITÁRIO

A luta de classes é um dos princípios fundamentais para o comunismo internacional. É uma forma de ¨dividir para conquistar¨, o poder na essência romana citada em uma das obras de Júlio César (De Bello Gallico).

Hoje, com a mutação dos regimes comunistas fechados para regimes semiabertos e democráticos e progressistas como a Rússia, observa-se um declínio prático da luta de classes clássica, operário x patrão, para uma luta de classes oprimido x opressor, em uma visão mais holística, como pregava o brasileiro Paulo Freire, um dos ídolos brasileiros na área da educação.

As causas chamadas “identitárias” são muito mais divisivas e capazes de polarizar as opiniões, em tempos de mídias sociais, do que a antiga divisão entre operários e patrões.  A Moda é dividir as pessoas em times polarizados, como por exemplo: pretos e brancos, LGBT e héteros, religiosos e ateus, escola com partido e sem partido e ultimamente até meninos usam azul e meninas usam rosa.

Há problematização em tudo, de forma a dividir ao máximo as opiniões, para assim achar os pontos de convergência e influenciar na direção da subversão aos planos do governo instituído e alcançar a retomada do poder.

Assim, o que vemos é o divisionismo como regra e o ódio como credo, uma luta entre os 65% da população que apoia o governo contra  os demais, como se pode ver diariamente em quaisquer discussões políticas, ou não, na internet. Imagino um filme ¨bolsominions x esquerdopatas” como se fossem duas torcidas, a diferença é que não há ganhadores ou perdedores, há um futuro melhor ou pior para o Brasil, que será sentido por todos, em todos os campos do poder, quer político, econômico, militar, psicossocial ou científico tecnológico, sem distinção.

O marxismo identitário não é uma Instituição apenas brasileira, ela é mundial. O presidente dos EUA, Donald Trump, foi taxado como racista, misógino, genocida, fascista, nazista entre outros, e acusado de falar apenas com a sua elite branca e americana.

Entretanto, nas urnas, se comprovou que ele falava para a maioria dos americanos, em sua própria linguagem de “proteger o american way of life”.   Tal linguagem foi tão profunda que atingiu em cheio os valores dos corações e mentes dos norte americanos. A retórica marxista identitária perdeu espaço, mas continua, diariamente atacando o governo para minar-lhe as forças seja dentro dos EUA, seja internacionalmente.

No Brasil não foi diferente em 2018. Bolsonaro foi considerado por muitos o “Trump tropical” e que não tinha nenhuma chance de ganhar em nenhum dos cenários dos institutos de pesquisa nacional. Mais uma vez o discurso divisionista não atingiu a população, e o argumento de “criar um futuro melhor para o País”, baseado em valores nacionais venceu contra a antiga ordem da corrupção e do subjugo dos poderes Legislativo e Judiciário pelo Executivo.

O patrulhamento marxista identitário é a mais nova forma de discriminação dentro e fora da escola. O ensino que reinou no País de 1998 a 2018 pregava o respeito às minorias, muito louvável, todavia detecta-se uma séria inversão.

Parece não haver preconceito quando um menor, que mata e enfrenta a polícia. Se for preto é vítima da sociedade e herói da resistência, se for um branco, é filhinho de papai e não vai ser preso por ser branco. Esses estereótipos macabros escondem a verdadeira face maldosa do marxismo identitário, a aversão ao poder, ou seja: se é polícia é má e opressora de todas as minorias; se é pobre é bom e oprimido, possuindo licença poética para fazer o que quiser; se é branco é opressor e merece ser desconsiderado como ser humano.

O resultado é a existência de “áreas liberadas” onde reina a violência e o medo, como no caso das comunidades carentes da baixada fluminense no Rio de Janeiro. Locais onde a polícia não pode entrar, só com a permissão do “dono do morro”. Uma verdadeira inversão de valores ocasionada pela infeliz covardia do Estado em permitir tal sandice. A consequência é a população desassistida, jovens no crime, violência de toda sorte, terrorismo e tudo, tudo politicamente correto, pois são todos vítimas da sociedade.

O subsídio por meio de verbas federais foi o combustível de centenas de milhares de organizações não governamentais que defendessem algum tipo de minoria. A farra com dinheiro público financiou a disseminação das ideias “politicamente corretas” em detrimento dos valores e do respeito às Leis do País.

A política identitária dos últimos anos agora cobra o seu preço. O Brasil parece dividido entre centenas de minorias contra a maioria, uma perfeita loucura, já que vivemos em um mesmo País em que a aspiração está descrita na Bandeira Nacional como “Ordem e Progresso”.

A política identitária tenta voltar a toda hora por meio da mídia de extrema esquerda quando levanta causas generalistas como Reforma Agrária, Feminismo, LGBTismo, pró-abortismo, Cristianismo, anti-elitismo, armamentismo entre outro, como sendo as mais importantes. Esquecem-se do Art 5° da Constituição Federal que determina que “TODOS são iguais perante a Lei” no Brasil e se esquecem de outros tantos que dão ao direito coletivo a superioridade sobre o direito individual.

Os responsáveis por pautar tais temas na mídia e nas redes sociais são os integrantes da AGITPROP. Leia o próximo artigo…

Parte 6 – Agitação e Propaganda.


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