Soldados de Maduro abrem fogo contra índios, matam dois e deixam pelo menos 22 feridos

A informação é internacional e veio diretamente do site Washington Post. Também disponibilizamos o link da revista Crusoé, que aparentemente, é a única mídia mainstream a ter falado do caso junto com O Antagonista.

Alguns vídeos foram divulgados da tragédia, mas o POLITZ não postará aqui, em respeito as vítimas da ditadura comunista de Nicolas Maduro, amplamente apoiado por setores de esquerda no país.

Aproveite também para conferir o compilado exclusivo do POLITZ todas as vezes em que o Partido dos Trabalhadores apoiaram a ditadura da Venezuela.

Voltando ao fato, militares de Maduro estavam indo para à cidade de Santa Helena de Uairén na fronteira com o Brasil para cumprir ordens do ditador Maduro e bloquear quaisquer ajudas humanitárias que chegassem pelo nosso país.

Ao chegarem, foram impedidos de se aproximar do município por um grupo de índios, que viviam na vila de Kumarakapai.

Os soldados abriram fogo contra os civis. Duas pessoas morreram e vinte e dois foram feridos. Pelo menos seis feridos foram levados para o Hospital Geral de Roraima, em Boa Vista, já que os hospitais do paraíso socialista não estão funcionando.

Alguns índios revoltados com o ataque, sequestraram quatro militares, incluindo o general José Miguel Montoya Rodríguez, um dos comandantes da Guarda Nacional Bolivariana.

É isso quando acontece quando se desarma uma população. Os tiranos fazem a festa. A segunda emenda da Constituição americana deveria ser obrigatória para qualquer país.


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Fonte(s) Secundária(s) da(s) Informação(ões):

Crusoé


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