Hoje o site O Antagonista fez um curioso post (que vocês podem conferir, clicando no link acima) afirmando que “sites bolsonaristas fazem barulho no Twitter e que o alcance é limitado”, sem citar o nome das principais mídias independentes do Brasil.

Sabemos que alguns sites da mídia mainstream usam o termo “sites bolsonaristas” para classificar as independentes de direita, de forma pejorativa e preconceituosa. Pelo visto, eles esquecem quando o POLITZ recebe uma chuva de reclamações ao emitir críticas contra o governo ou até mesmo contra a direita, tal como aconteceu ontem em nosso Twitter.

Apesar do desdém por parte do Antagonista, sempre tratamos os colegas profissionais com bastante respeito, inclusive citando eles como fonte em diversas postagens, mesmo que isso custe também receber críticas por parte de nossos seguidores. Até mesmo priorizamos esse mesmo site no lugar de outros, devido ao nome de grandes profissionais que atuam no portal. De forma alguma negamos o sucesso da carreira jornalística desses, inclusive podendo servir como inspiração.

No post, o site demonstrou os rankings de acesso das três principais mídias mainstream do Brasil, entre eles a Folha de São Paulo, figurando em 30º lugar na internet do Brasil, O Antagonista em 70º e o Estadão na 82º.

Apesar de não ter citado o nome das mídias independentes de direita, todos nós também sabemos que os principais do Brasil são o POLITZ, o Terça Livre, a Reaçonaria, o Conexão Política e a Renova Mídia e o recente A Política de Fato, dentre outras.

Sem contar os sites estritamente de opiniões, como o Senso Incomum do grande mestre Flavio Morgenstern, o próprio Nando Moura, Bernardo Küster, o LiloVlog e vários outros produtores de conteúdo espalhados Brasil afora, todos fazendo um grande trabalho para o seu público, sempre produzindo de acordo com os ideais de direita que acreditamos.

Todos nós possuímos um estilo diferente, cada um com suas características e personalidades. De Drudge Report, até Breitbart e Daily Wire, todos nós possuímos um pouco das melhores formas dos mais famosos sites independentes americanos e europeus.

A questão é que analisando os rankings do Alexa desses sites é possível concluir que “limitado” não é exatamente o adjetivo correto a ser usado para classificar o trabalho das independentes. O Alexa é o serviço da gigante Amazon que classifica cada site de acordo com a quantidade de acessos em relação a outros.

Acreditamos que “em tendência de pleno crescimento” seria a melhor forma de definir as mídias independentes no Brasil. Afinal, todos nós começamos do zero, com “zero” seguidores, atuando em sites que geram centavos em propagandas pelo Google, sobrevivendo apenas com poucas doações de nossos leitores.

O POLITZ por exemplo, figura entre 2 mil sites mais acessados do Brasil, ocupando a posição 2.790, sendo que está entre os cem mil sites mais acessados do mundo inteiro.

Gráficos em alta, com tendência de crescimento para milhões de acessos.

Vocês podem conferir qualquer site, bastando entrar no link fornecido e digitar o endereço. Todas as mídias independentes citadas apresentam desempenho semelhante. As pageviews também contam com milhões de impressões.

Ora, entre bilhões de sites no mundo e milhões no Brasil, não estamos nada mal para quem nunca trabalhou na VEJA, Folha de São Paulo, Globo ou qualquer outra empresa da mídia tradicional e que começou a carreira do zero.

Ficar entre os 2 mil sites mais acessados de um país inteiro, de proporções continentais não é motivo para ter vergonha, pelo contrário: é motivo de orgulho e a resposta para a pergunta: “estamos fazendo um bom trabalho?”. Pelo visto, sim.

Não somos perfeitos e erramos de vez em quando, é claro. Mas temos a humildade para reconhecer o erro e pedir desculpas para os nossos leitores, coisa que não vemos em lugar nenhum.

O POLITZ pelo menos não recebe nada além do que é divulgado em nosso Apoia.se, pouco mais de míseros trezentos reais e alguns trocados. As propagandas do Google rendem míseros centavos e não temos uma grande empresa por trás ou muito menos algum padrinho político que patrocina o nosso trabalho.

A comparação das independentes com a mainstream é desproporcional, estamos longe, mas bem longe de ter qualquer igualdade nas condições financeiras. As contribuições mal pagam os servidores que deixam o site online. O trabalho aqui é praticamente feito de forma gratuita, sem contrapartida monetária.

O crescimento das mídias independentes se dá pelo simples fato que a sociedade brasileira perdeu a confiança na mídia mainstream e isso deveria servir como uma autocrítica. A resposta natural das relações humanas é buscar uma alternativa de um serviço quando algum não está funcionando de forma adequada. E tal crescimento é justificado, pois há pessoas que acreditam que estamos fazendo um bom trabalho.

Ignorem os radicais, também lutamos contra esses e também apanhando deles mesmos. Esses só prejudicam todos as partes envolvidas na luta por um Brasil melhor, mas sugerimos que não subestimem quem está aqui apenas para agregar e ajudar na transmissão de informações, em uma tentativa de quebra do monopólio de notícias, formado por empresas que receberam milhões de reais dos cofres públicos nas últimas décadas.

Garanto pelo menos que não estamos aqui para criar inimigos no nosso meio e sim trabalhar para tentar ajudar no desenvolvimento de um Brasil melhor.

Por Pedro Politz, Editor e Fundador do site POLITZ.


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