Estudo científico mostra que muçulmanos nascidos no Ocidente são mais propensos a se tornarem extremistas radicais com ideias violentas

Publicado em 21/03/19.

Tradicionalmente, o POLITZ entrega traduções de reportagens internacionais para que vocês possam acompanhar fatos relevantes de perto e que normalmente não são reproduzidos pela mídia mainstream.

Vamos aos dados do artigo, noticiado pela FPI.


Muçulmanos nascidos e criados no Ocidente estão mais propensos a apoiar ideias extremistas dos que os nascidos em outros lugares e que mudam posteriormente para países Ocidentais. É o que diz um novo estudo publicado por uma Universidade na Suécia.

N.E.: Os suecos possuem bastante experiência no assunto, como já noticiado por nós hoje mesmo:

Suécia, com população de 10.2 milhões, oferece asilo para 10 milhões de muçulmanos Uigures da China

Enquanto é uma assunção comum de que a ameaça por islâmicos extremistas vem de outros países longe do Ocidente, o novo estudo mostra que o radicalismo cresce mais nos próprios locais onde esses povos imigram.

Pesquisadores da Universidade de Uppsala na Suécia descobriram que o suporte ao extremismo para muçulmanos que nascem em países ocidentais se dá normalmente pelo fato de se sentirem em “desvantagem” e “marginalizados” em comparação com outros grupos étnicos.

N.E.: Pelo visto, a vitimização não é só bandeira da esquerda. E agora “desvantagem” e “marginalização” são justificativas para o terrorismo.

Quando você olha para os ataques terroristas que ocorreram na Europa e nos Estados Unidos, os pesquisadores responderam que a maioria desses foram “planejados e implementados por pessoas nascidas e criadas no Oriente”.

Um dos maiores descobrimentos da pesquisa é que os muçulmanos que nascem em regiões Ocidentais do planeta, se identificam mais como muçulmanos como um grupo, demonstrando mais raiva em momentos de injustiças ao serem tratados. Eles também admitem que “tendem bastante a usar a força” para defender muçulmanos em todo o mundo.

Os resultados podem ser explicados, segundo os pesquisadores, que o fato de que eles tem “uma maior experiência em estarem em desvantagem”, comparado a uma pessoa média na mesma situação, resultando em “frustração e raiva”. Eles reclamam também de não terem muitas oportunidades, pois são tratados apenas como “refugiados”.

A reportagem também afirma que eles tiveram o cuidado de interpretar os resultados.

Marginalização e na sociedade não é a principal causa do extremismo, segundo os resultados. É um dos vários fatores, como por exemplo, o apoio ao extremismo de seus círculos sociais.

Os pesquisadores afirmam que os muçulmanos nascidos no ocidente são tão violentos quanto quaisquer outros grupos da sociedade, mas isso não foi objeto de estudo da pesquisa.


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