Jornal Washington Times noticia sobre áudio mostrando parcialismo de jornalista contra Jair Bolsonaro

Imagem ilustrativa do Presidente Jair Bolsonaro.

Vocês podem verificar a matéria original no link fornecido no campo “Fonte Primária da Informação”, logo abaixo do título do nosso post.

Ao contrário da narrativa que vem sendo imposta pela mídia tradicional no Brasil, o áudio é bastante claro em mostrar o parcialismo escancarado desse setor. O assunto continua rendendo, especialmente porque o próprio Presidente da República republicou o áudio divulgado pelo canal Terça Livre:

A mídia independente Terça Livre também republicou a postagem do jornalista Jawad Rhalib sobre o caso.

Não queremos discutir se houve ou não sensacionalismo na divulgação das mensagens, mas continuar acreditando na inocência do jornalismo no Brasil é a mesma coisa que acreditar que Lula é inocente.

Sabemos que o trabalho jornalístico investigativo se dá principalmente no âmbito da obtenção de dados e informações (e documentos) que não são originalmente públicos e o mesmo ocorre especialmente em investigações criminais por parte de autoridades policiais e isso é indiscutível também.

As próprias mídias independentes foram fundadas exatamente porque o brasileiro em geral perdeu a total confiança nos meios tradicionais de comunicação (e cabe ao público tirar as conclusões sobre os serviços que utiliza).

Trata-se de um caso onde um jornalista internacional, renomeadamente conhecido, Jawad Rhalib, divulgou um áudio de um investigador que tinha sido contratado para entender melhor o caso da COAF e de Flávio Bolsonaro.

O investigador conversa com a jornalista do Estadão, Constança Rezende enquanto gravava toda a conversa.


Reproduzimos parte da matéria do The Washington Times para que vocês possam tirar as conclusões.

Essa é a transcrição parafraseada da conversa, segundo o site:

Investigador: “Então, o que você acha que significa que esses documentos já existiam mas não foram divulgados até as eleições?”

Rezende: Eles não publicaram sobre isso ou investigaram sobre isso até o fim da eleição e então eles começaram a investigação. Nós escrevemos porque o caso foi parado. Eles não fizeram nada com esses documentos, a COAF só começou a fazer algo agora”.

O jornalista Rhalib escreveu: “Constança Rezende está na posse de documentos que não são públicos e que foram ilegalmente vazados para ela pelo órgão [COAF] […] e que foram elaborados a pelo menos um ano atrás. Porém, eles só foram divulgados em dezembro de 2018, logo após as eleições gerais de outubro, um pouco antes da inauguração do governo de Jair Bolsonaro em janeiro de 2019. O timming da divulgação dos documentos para jornalistas brasileiros levanta sérios questionamentos. Quem se beneficiou com essa divulgação? Quais foram as motivações da COAF?

Ele também disse:

“Eu não sou fã de Jair Bolsonaro, mas acredito que usar o poder da mídia para atacar o presidente usando o seu filho, é uma coisa inaceitável para o jornalista que eu sou”.

A reportagem do jornal The Washington Times critica bastante as táticas usadas pela esquerda mundial e afirma que o que ocorre no Brasil contra Jair Bolsonaro ocorre exatamente da mesma forma que fazem com Donald Trump.

Nós também lembramos que apesar do conhecimento de boa parte da mídia mainstream americana sobre qualquer ausência de provas da “conspiração Trump-Rússia”, jornais americanos continuaram a noticiar o assunto simplesmente para continuar tentando prejudicar o governo do presidente americano.

Da mesma forma, sabemos que mais de 90% da cobertura midiática sobre o presidente americano é negativa e ainda tendo uma das maiores aprovações da história do país, ultrapassando até mesmo o queridinho global Barack Obama.

Escutando o áudio divulgado é possível perfeitamente compreender sim que existe um lado da parte da jornalista (não mencionando a posição do jornal). Logo aos 7 segundos, com um triste inglês da brasileira, a transcrição fala o seguinte:

“Eu só faço isso, eu acho que, porque, esse caso pode comprometer e arruinar(?) Bolsonaro.”

Depois ela fala mais sobre suas motivações:

“Eu acho que minha maior preocupação é que isso nunca aconteça novamente sobre essa investigação [da COAF]. É uma grande frustração pra mim […] Porque eu acho que é um caso de impeachment.”

As conclusões deixamos para vocês.


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