Jornalista católica pode ser presa pela polícia do Reino Unido por ter errado o pronome de um(a) transgênero(a)

Publicado em 19/03/19.

Uma notícia publicada pela FPI chamou a atenção do público ontem no Reino Unido.

Segundo a reportagem, as autoridades policiais queriam questionar a jornalista católica Carline Farrow, por ter cometido o “terrível” crime de ter errado o pronome de tratamento de um(a) transgênero(a) em seus tweets.

A admirável nova polícia do Reino Unido intimou a jornalista, que pode ser presa se não comparecer à delegacia para prestar esclarecimentos.

Desde uma entrevista que ela deu para o programa Good Morning Britain, apresentado por Piers Morgan, a profissional está sendo perseguida e xingada nas ruas por supostamente ter demonstrado “insensibilidade” com a comunidade transgênero na época em que ela trabalhava na CNN.

A jornalista se defendeu, afirmando que de acordo com a sua fé católica, uma pessoa não poderia trocar de gênero.

N.E.: Adicionamos que, de acordo com a biologia, com a ciência, etc.

O caso aconteceu porque uma ativista dos direitos transgêneros, Susie Green, teria reclamado dos tweets de Carline Farrow, porque ela errou o pronome da sua filha(o) em um tweet. A ativista possuí uma ONG que arrecada fundos para crianças com distúrbios de gêneros.

“Minha filha(o) me disse quando tinha 4 anos que ela(e) não queria ser um menino […] Eu fiquei mais de 3 anos na lista da Suicide Watch quando ela(e) tinha dez anos. Cada ligação que eu recebia me dava medo em meu coração, porque poderia ser uma ligação avisando que minha filha(o) teria conseguido com sucesso se suicidar”.

Palavras da própria ativista.

Vocês podem verificar a entrevista completa no seguinte vídeo:

A maravilha do admirável mundo novo em que estamos vivendo.


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