Censura do Bem II: Novo manual interno vazado do Google mostra que a gigante orwelliana manipula resultados de pesquisa para excluir sites conservadores

Publicado em 10/04/19.

Para quem não está acompanhando a nossa briga praticamente diária contra um leão orwelliano que acabará muito em breve com o pouco que resta da nossa liberdade, temos duas matérias importantes para vocês lerem antes de continuar com essa:

Censura do Bem: Documento vazado do Google admite o abandono da liberdade de expressão por “segurança e civilidade”

Novo vazamento indica que há intervenção manual de funcionários para favorecer ideologias de esquerda nos resultados de pesquisas do Google/YouTube

Pois bem.

Deixamos um trecho para vocês também:

Um documento interno do Google vazou exclusivamente para o site de notícias Breitbart e afirma que “devido a uma variedade de fatores, incluindo a eleição do Presidente Donald Trump, a tradição americana de liberdade de expressão na internet se tornou inviável”.

Soubemos através da mídia independente Breitbart que mais documentos foram vazados, confirmando os indícios de nossas reportagens anteriores: Documentos indicam que há intervenção manual de funcionários para favorecer ideologias de esquerda nos resultados de pesquisa do Google.

Segundo novos documentos vazados, o Google manipula de forma manual resultados de pesquisas para excluir sites conservadores, como o American Spectator, The Conservative Tribune e o The Gateway Pundit.

Novamente, é um novo indício das nossas reportagens mais antigas.

Os novos documentos, aprovados por executivos do Google, que respondem diretamente ao CEO Sundar Pichai, detalha duas políticas do Google, em inglês: a “misrepresentation policy” e a “good neighbor policy,” que determinam quais sites devem ir para a lista negra da gigante orwelliana:

“O T&S [Trust & Safety Team]/[Time de Confiança e Segurança] está encarregado de atualizar a lista negra conforme a demanda […] O domínio deceptive_news será usado por vários recursos de pesquisa para filtrar sites problemáticos que violam a política da boa vizinhança e as políticas de má-representação” – diz o documento.

E mais:

“O motivo dessa lista negra é barrar sites nos recursos de pesquisa ou sites de notícias. Ele não irá diminuir o ranking das pesquisas orgânicas ou retirar do index”

De acordo com o site Daily Caller, que recebeu os documentos vazados, o “manual de análise” também está “envolvido na manutenção da lista negra”, que incluí os sites: Gateway Pundit, Matt Walsh’s Blog, Gary North’s blog, teapartyeconomist.com, Caroline Glick’s, Conservative Tribune, uma propriedade do The Western Journal the o site do American Spectator”.

Obviamente, o Google negou as afirmações, declarando:

“Nós não determinamos manualmente a ordem de qualquer resultado de pesquisa, nem os nosso algoritmos ou nossas políticas para fazer qualquer julgamento de posicionamentos políticos de sites. Nossas políticas de inclusão para o Google News estão disponíveis publicamente”.

Recomendamos novamente que a reportagem seja lida na íntegra na FPI.

Em dezembro do ano passado, o CEO Sundar Pichai afirmou perante ao Congresso americano que “nós não fazemos intervenções manuais em nenhum resultado de pesquisa”.

Julguem como quiserem. Isso é o trabalho de vocês, caros leitores.


NOTA: Breitbart é uma das maiores mídias independentes do mundo, fundada pelo famoso jornalista Andrew Breitbart. Os meios mainstream acusam o site de propagar notícias falsas, conspirações e de ser da “extrema-direita”. O POLITZ traduziu e adaptou essa reportagem. Todos os direitos autorais são dos seus respectivos autores.


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