Estudante da UFSM é denunciado pelo MPF após criar ataques racistas contra ele mesmo usando um celular

Imagem da menina que teria feito nela mesma uma suástica nazista, acusando de ter sido atacada por outras pessoas.

Publicado em 07/05/19.

Parece que a moda do “aconteceu pacaralh*” passou dos limites e não é só nos Estados Unidos que esse tipo de coisa acontece, onde militantes esquerdistas criam ataques contra eles mesmos.

O último caso notório foi o próprio ator da série Empire, que teria pago para outras pessoas o “atacarem” com violência física e agressões racistas, enquanto fingiram ser apoiadores de Donald Trump.

Agora Elisandro Ferreira, um acadêmico do curso de direito, regularmente matriculado na instituição da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), está sendo denunciado hoje (07) pelo Ministério Público Federal pelos crimes de injúria racial, denunciação caluniosa, ameaça e falsidade ideológica.

De acordo com a Procuradora da República responsável pelo caso, Camila Bortolotti, três meses após o acusado ter sido uma suposta vítima de pichações com o seu nome e ameaças dentro do Diretório Acadêmico do Curso de Direito da Faculdade, ele teria ido até a Polícia Federal para comunicar que estava sendo vítima de mensagens ameaçadoras, por telefone, contendo injúrias raciais.

O moleque chegou até ir na Reitoria para ajudar em uma realização de uma campanha denominada “Racismo Basta”, onde camisetas seriam confeccionadas e um seminário contra o racismo.

No dia 19 de dezembro de 2017 ele relatou que nos dias 27 e 28 de novembro, ele recebeu mensagens de um número que acusou ser de “um amigo de pele escura mas que não se intitulava negro” e que seria o responsável pelas pichações.

A Polícia Federal averiguou a situação, quebrando o sigilo telefônico dele.

Para a surpresa de todos, a PF concluiu que a vítima era também o autor: o próprio Elisandro, com 44 anos, era na verdade o autor do crime que ele mesmo teria relatado.

O inquérito informa que ele mesmo comprou um chip de celular, cadastrou no nome e no CPF do seu colega que acusou de culpado e enviou mensagens para si mesmo e para o colega.

A Procuradora da República disse o seguinte:

Foi apurado que o aparelho telefônico em que foi utilizado o chip para enviar as mensagens racistas e ameaçadoras para o Elisandro e para a Fernanda era o telefone do próprio Elisandro. Ou seja: o mesmo aparelho telefônico do Elisandro foi utilizado para enviar essas mensagens com outro chip. Ele provavelmente retirou o dele, colocou esse novo, enviou as mensagens, retirou novamente, colocou o seu próprio e seguiu utilizando normalmente. Essa é prova contundente que temos de que foi o Elisandro que mandou essas mensagens

É bicho, sua casa caiu.


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