Uma reportagem interessante caiu no #AlgorítmoPOLITZ hoje, postada pela FPI.

O pastor Antônio Levi de Carvalho negou que a Igreja do Evangelho Quadrangular de Montes Claros bancava quaisquer honorários de defesa de Adelio Bispo de Oliveira, o terrorista da esquerda que atacou Jair Bolsonaro.

Um dos advogados até falou que fazia isso de forma “filantrópica”, ou seja, de gratuitamente.

A reportagem também publicou a divergência dos advogados:

Fernando Magalhães
“Uma pessoa que se diz representando uma congregação (os procurou). Não nos cabe percorrer o caminho de provar ser verdadeiro ou não o que declarou. Sabemos que o ataque não teve cunho religioso e sim político, por convicção do cliente e sem interferência de terceiros”.

Pedro Augusto de Lima Felipe e Possa
“Adelio se disse testemunha de Jeová. Não tem cunho da igreja (o pagamento). Foi uma pessoa ligada à religião dele que nos contratou”.

Marcelo Manoel da Costa
“O primeiro contato se deu por meio de um parente de Adelio, que fora aluno de Zanone e telefonou para ele. A questão do pagamento será combinada depois”.

Zanone Manuel de Oliveira Júnior
“A pessoa falou que tem conhecimento com a família e com o pessoal da igreja e que tinha gente lá conversando se iam ou não fazer uma vaquinha para financiar”, disse, em entrevista ao Globo.

E de acordo com o pastor Antônio Levi de Carvalho, superintendente da Igreja do Evangelho Quadrangular em Montes Claros, Adélio, o acusado, nunca foi integrante da Igreja na cidade.

Essa confusão começou porque familiares de Adélio declararam em Montes Claros, que há 8 anos, o homem tinha se tornado uim missionário da Igreja do Evangelho Quadrnagular.

Nesse sábado, em Juiz de Fora, o advogado Fernando Magalhães disse que a defesa foi contratada “a partir de uma consegregação de Montes Claros e que tinha pedido sigilo”.

Sei.

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