A Polícia Federal afastou a suspeita de que Adélio tenha recebido qualquer tipo de pagamento em sua conta bancária para executar o crime.

A investigação concluiu que o dinheiro dele tinha uma origem sustentável, devido a uma rescisão contratual recente por um trabalho de um escritório de advocacia. Adélio ganhava R$ 70 por dia.

Outro trecho da reportagem:

A PF apurou que o cartão de crédito internacional encontrado em poder de Oliveira na verdade nunca foi utilizado e foi emitido automaticamente pelo banco logo após o valor da mesma rescisão trabalhista ter sido depositado em sua conta. Em teorias conspiratórias compartilhadas em redes sociais, o cartão também foi citado como suposta evidência de que Oliveira teria recebido dinheiro de origem suspeita.

A PF também concluiu que o computador pessoal localizado com Oliveira não era recente nem caro, ao contrário do propagado em redes sociais. O aparelho era antigo e estava quebrado, tendo sido usado pela última vez no ano passado. Dos quatros telefones celulares encontrados com Oliveira, apenas dois estavam em atividade, e nenhum foi comprado nas semanas anteriores ao crime.