A semana não começou bem para os candidatos.

Depois da campanha da Marina Silva reconhecer o buraco que ela se meteu e começar a dispensar profissionais que trabalhavam para ela, os aliados de Geraldo Alckmin alertaram:

Ou Geraldão sobe nas pesquisas ou será abandonado na última semana.

O tom da conversa foi marcado nas reuniões reservadas. Deixaram claro para a campanha que ele precisa subir no mínimo 4 pontos nas pesquisas dessa penúltima semana ou corre o risco de ser abandonado na última, uma semana antes da eleição.

A equipe está apreensiva, mas as mais próximas avaliam que ainda há uma chance de mudança nas últimas horas do cenário eleitoral.

Alckmin precisa crescer pelo menos 4 pontos e passar pelo menos o Ciro Gomes. Segundo a reportagem, “caso contrário, se ainda existir alguma chance de mudança na reta final da eleição, o nome a ser beneficiado pelo voto útil seria o do pedetista”.


Por outro lado, Cássio Cunha Lima, tucano e vice-presidente do Senado afirmou que Alckmin errou ao atacar Bolsonaro.

O Senador foi muito sensato:

“É inegável que existe um sentimento profundo no Brasil de indignação contra a corrupção, contra a violência, contra esse Estado gigantesco que cobra impostos altíssimos e presta serviços péssimos. Existe um sentimento de indignação generalizada e parte expressiva desse segmento foi representada na candidatura de Jair Bolsonaro.”

O tucano, vice-presidente do Senado, continuou:

“Ao atacar esse sentimento, a candidatura de Geraldo Alckmin se contrapôs aos eleitores que, no passado, foram próximos ao PSDB. E existe esse sentimento latente e espontâneo. Ao atacar esse sentimento, isso confronta o eleitor […] Houve esse equívoco que pode custar caro”.

Parece que Cássio Cunha Lima lê as postagens do POLITZ, porque é exatamente a mesma coisa que estamos falando desde que Alckmin adotou a estratégia PTista de tentar queimar o adversário para conseguir votos.

Não conseguiu. Segundo a última pesquisa do BTG, Bolsonaro continua estável nas intenções de voto, estando 10 pontos na frente da marionete de Lula da Silva.

Nós afirmamos: eleitor de Bolsonaro tem o voto mais sólido da história das eleições e não vai ser trocado por tucano falso opositor do PT nem aqui nem na China. Alckmin deveria estar disputando os seus votos com a esquerda.

Péssima aposta, provavelmente guiada por militantes desesperados contra Bolsonaro.

Isso que dá fazer campanha com amadorismo.